O Cônsul de Bordéus

 

Aristides Sousa Mendes foi um Cônsul Português em Bordéus, França, que salvou mais de 30.000 pessoas da perseguição Nazi através da emissão de vistos para passagem segura para Portugal durante a Segunda Guerra Mundial, desafiando ordens diretas do seu governo presidido pelo ditador Oliveira Salazar. Naqueles dias, o cônsul era um homem dividido: sabia que os refugiados Judeus precisavam de mais e mais vistos para chegar a Portugal e sair de lá para o Novo Mundo; mas era constrangido pela infame Circular 14 de Salazar, que proibia a concessão de vistos a Judeus. O poder das crenças católicas Sousa Mendes prevaleceu e desafiou a Circular 14. O mês de Junho de 1940 transformou-se em contra relógio, em que Sousa Mendes, eventualmente emitiu 30.000 vistos, sob crescente ameaça nazi.

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Estudantes de Direito são expostos no início do curso ao estudo da Lei versus a Ética. O comportamento de Sousa Mendes é exemplo de um caso ilegal mas ético, enquanto a atividade principal da Planned Parenthood, o aborto de crianças pré-nascidas, é exemplo de um caso legal mas antiético. No entanto, ambos os casos compartilham suprema ignomínia contra a Humanidade.

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